Faturava 30k/mês cobrando R$1.200 por cliente. No primeiro mês dobramos o preço e retiramos entregáveis; em 7 meses chegou a 350k/mês com ticket médio de 17k.
Para quem já fatura bem e já roda operação, mas vê a margem sumir e o cliente errado drenar a energia do time.
Você já tem cliente entrando. O problema é que tipo de cliente. Boa parte fechou pagando pouco, e agora questiona cada real que você cobra, porque no primeiro mês o resultado não veio na velocidade que ele imaginou.
Aí vem o cancelamento. Lá se vai a receita que você levou várias reuniões pra fechar. Pra repor, você e o time voltam a apresentar proposta, negociar, dar desconto pra não perder, tudo pra tapar um buraco que abre de novo mês que vem.
Você já colocou mais gente pra dar conta. Mas como a margem é apertada, contratou gente mais barata, ainda em formação. Elas entregam menos do que o cliente espera, o cliente reclama mais, mais gente cancela, e você corre atrás de reposição de novo. Você trabalha mais a cada mês, fatura parecido, e a conta bancária não reflete o esforço.
Você tentou resolver colocando mais: mais cliente, mais serviço no pacote, mais ferramenta, mais gente no time. Cada tentativa partiu da mesma ideia: "eu preciso de mais."
Mas o seu problema nunca foi quantidade. Foi preço. E preço não é um número que você escolhe no chute, é uma consequência da sua oferta.
Preço baixo atrai quem compra por preço. Quem compra por preço não valoriza a entrega, questiona tudo e cancela no primeiro tropeço. Cancelamento te obriga a repor sem parar. Repor consome tempo em trabalho que não entrega resultado. A margem não sobra, então você contrata gente mais barata. Ela entrega menos. E alimenta o cancelamento de novo.
Volta ao início, mês após mês
Não é cobrar mais caro no vazio. Todo mundo que só aumentou o número na proposta continuou perdendo venda. É reconstruir o que sustenta o preço, na ordem certa.
Você para de disputar atenção com quem só sabe competir por preço.
Uma promessa específica de resultado, que o cliente entende e valoriza. Não um serviço genérico que todo mundo vende igual.
Uma condução de venda afiada o bastante pra fechar em uma reunião, sem follow-up infinito e sem desconto.
Faturava 30k/mês cobrando R$1.200 por cliente. No primeiro mês dobramos o preço e retiramos entregáveis; em 7 meses chegou a 350k/mês com ticket médio de 17k.
Era só mais um videomaker. Depois de estruturar a oferta, passou a fazer vendas acima de 10k e somou mais de 70k em novas vendas em 2 meses de projeto.
Vendia apenas produtos de R$1.500. Depois da estruturação comercial, fechou R$34.200 já na primeira reunião de vendas.
Numa conversa sem custo, olhamos sua oferta, seu preço e seu processo de venda atuais e encontramos exatamente onde o dinheiro está vazando.
Montamos juntos o nicho, a nova oferta e o processo comercial que sustentam um preço muito maior.
Você aplica na próxima reunião de venda e passa a fechar cobrando mais, sem correr atrás de ninguém.
| Modelo tradicional | Com o MAGNA | |
|---|---|---|
| Preço | Definido pelo que o mercado "aceita" | Definido pelo resultado que a oferta entrega |
| Venda | Várias reuniões, follow-up sem fim | Fecha na primeira reunião |
| Cliente | Entra desconfiado, questiona tudo | Entra comprometido, valoriza a entrega |
| Cancelamento | Alto, exige reposição constante | Baixo, a base se mantém |
| Time | Barato, ainda em formação, sobrecarregado | Experiente, sustentado pela margem |
| Rotina do dono | Apaga incêndio, prospecta sem parar | Opera uma agência enxuta e previsível |
Eu fiz R$5 milhões no meu primeiro ano de agência. E em 2024 eu quase quebrei ela.
Não faltou cliente, sobrava, do tipo errado, pagando pouco. Cancelamento alto, time que eu não podia pagar melhor, follow-up de proposta que eu já sabia que ia cair. Eu estava exausto e endividado tocando uma empresa de sete dígitos.
A ficha caiu numa negociação em que eu ia dar mais um desconto pra fechar, e me peguei pensando por que eu preciso convencer tanto? A resposta me acertou: eu não tinha problema de captação. Eu tinha uma oferta genérica atraindo o cliente errado por um preço errado.
Quando reconstruí oferta, nicho e processo, passei a fechar em uma reunião e gerei mais de R$5 milhões em vendas high ticket 1x1. Hoje eu faço isso por outras agências.
Na Análise de Oferta, a gente examina sua oferta, seu preço e seu processo comercial. Você sai sabendo exatamente onde está o vazamento, mesmo que a conclusão seja que ainda não é o momento de trabalharmos juntos.
Se fizer sentido seguir além da análise, eu assumo o risco: se você implementar o que a gente construir e não conseguir cobrar mais caro fechando em uma única reunião, eu devolvo o dobro do que você investiu. {{condição, ex.: desde que você conclua a implementação e participe das sessões dentro do prazo combinado}}.
O Zion é videomaker e fez R$70 mil em 3 meses. Não é o nicho que define o preço, é a oferta.
E por isso têm o mesmo caos que você. Concorrente barato não é regra do mercado, é a prova de que ninguém no seu nicho resolveu isso ainda.
Você subiu o preço da mesma coisa, do mesmo jeito, pro mesmo público. A Viltron cobrou 3x mais com a mesma entrega. O que mudou foi a oferta e a condução da venda, não o número.
Se você já fatura a partir de 30 mil por mês e já roda operação, sim, é exatamente pra você. A Jessy saiu de R$30 mil; a lógica é a mesma em qualquer ponto acima disso.
Depende da implementação, mas a Domus faturou acima do recorde em 10 dias e a Viltron mudou o preço já na reunião seguinte.
É gratuita e é uma análise real da sua oferta. Sendo direto: se eu enxergar que consigo resolver o seu problema e fizer sentido pros dois lados, eu apresento o programa. Se não fizer, você sai mesmo assim com clareza sobre onde está o vazamento.
É exatamente a falta de tempo que a gente ataca. A operação enxuta existe pra te devolver o tempo que hoje some em follow-up e reposição de cliente.
Uma Análise de Oferta gratuita. Você sai sabendo exatamente onde está o vazamento — e, se fizer sentido pros dois lados, eu apresento um programa pra resolver.